Crónica

Vai uma Cidadania?

A conjuntura internacional tem vindo a trazer ao de cima diversos cadáveres que se pressupunham já enterrados e já decompostos.
As preocupações que julgávamos idióticas emergem.
Mas não, não falarei de tais assuntos, por consideração aos mesmos e certa que poucas linhas lhes fariam justiça.
O cerne da questão prende -se contigo, com ela, com ele.
Com todos os jovens.
Sim, eles são importantes.
A conjuntura internacional tem vindo também a trazer ao de cima a conclusão, óbvia, acerca do papel das gerações futuras, como reparadoras de eventuais estragos que possam surgir ou como intervenientes ativos na situação presente.
Ainda ninguém foi avisado da sua importância?
Nem um mero boato lançado ao acaso acerca do assunto?
Pois que estranho.
Pois que evidente.
Os jovens e o seu desinteresse, o desinteresse e os seus jovens.
Queriam -nos presunçosos, fatigados, simplórios e pusilânimes?
(Vão para o diabo sem nós ,
Ou deixem-nos ir sozinhos para o diabo! ).
Não, ficai!
E dai-nos as ferramentas para atuarmos de forma ativa e interessada.

Porque queremos saber.

Porque queremos ser úteis. Não,  necessários.

A conjuntura internacional tem vindo a mover o nosso interesse e esta é a nossa oportunidade de o mostrar.
Então, digam -nos, o que podemos fazer para ajudar?

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Francisca Marques

Francisca Marques

Diretora & Editora-chefe da secção Crónica

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