Disce

Lusa Mentira

Havia uma melodia insensata
que cantava uma população
triste e para sempre ingrata.
Cantava-a com emoção
das serras profundas onde só falta malária,
aí surgiu uma longa história “bilendária”.

Do nevoeiro surgirá
o símbolo da esperança,
essa que morreu já
há demasiado para vir a bonança,
e mesmo no seu retorno
não sei o mais despontante:
o país que dele fez corno
ou o seu falhanço como da pátria amante.

E de seguida, sonhar o domínio
impossível não pela falta de potencial,
mas pelo insaciável descanso do símio,
típico espécimen português!
Aquele que está sempre contentado,
aquele que espera pela sua vez,
aquele que vê o mundo deitado.

E agora morta a falsa esperança
e ilusória triste ambição,
há espaço para erguer de novo
o esplendor desta bela nação.

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