Disce

O Zénite

Quanto dão para erguer a cruz
De alguém superior
À própria imagem humana?

Aleluia!

Mas não haverá morte,
Nem nomes a desaparecer
Pela insaciante fome de poder

Aleluia!

Tragam a mim as armas
Necessárias para devolver
Aos que vós, Senhor, amas.

Aleluia!

Senhor? Sim, Deus!
Deus é uma ideia
Falsa, minha e tua.

Aleluia!

Credo! Não há Deus!
Está morto bem por mim
Quem acredita é triste

Aleluia!

Mas cá fui posto
Sem tédio para cansar
E já demais vi.

Aleluia!

Por vezes nem ódio
Chega para queimar as memórias
De períodos dementes.

Aleluia!

Seria melhor livrar o mundo
Do fardo que é a humanidade.
Vencer a merda de artista fecundo!

Aleluia!

Para quê tão banal linguagem
Será possivel não
Te preocupar a tua imagem.

Aleluia!

Banal? Claro, sou banal porque posso
Pois só assim recuperaremos
De Deus o que é legitimamente nosso.

Aleluia!

Post anterior

EDP e Jimmy P lançam desafio às escolas: Tagga o teu Futuro

Próximo post

O evento "Isto é 2 LOL!" foi um sucesso!

João Palma

João Palma

Nenhum comentário

Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *